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		<title>Fear of the dark : Fear night</title>
		<link>http://fear.blogfatal.com/Fear-of-the-dark-b1.htm</link>
		<description>Seu primeiro blog</description>
		<lastBuildDate>Thu, 18 Mar 2010 01:27:13 GMT</lastBuildDate>
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			<title>Fear of the dark : Fear night</title>
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		<title>Boneca?</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-20T16:06:35Z</pubDate>
		<description>&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;MALDIÇÃO DA BONECA, A&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma família muito pobre morava numa casa de madeira de dois andares&lt;br /&gt;caindo aos pedaços. Não tinham dinheiro nem para comer, mas uma&lt;br /&gt;garotinha de 7 anos havia se interessado por uma boneca enorme - do&lt;br /&gt;tamanho de uma criança de 9 anos - e insistia para que sua mãe a&lt;br /&gt;comprasse. Apesar dos anseios da filha, seus pais não tinham condição&lt;br /&gt;alguma de comprar o brinquedo: a mãe era desempregada e o pai&lt;br /&gt;trabalhava como catador de papel e lata, chegando sempre às 5 da manhã&lt;br /&gt;com sua velha bicicleta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No aniversário da filha, a mãe, em sua infinita busca por emprego,&lt;br /&gt;encontrou um envelope com dinheiro, a quantia exata - inclusive com os&lt;br /&gt;centavos e tudo mais - para a compra da querida boneca. Ela poderia ter&lt;br /&gt;comprado comida para a semana inteira, mas fez questão de agradar sua&lt;br /&gt;única filha, comprando o brinquedo que ela tanto desejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filha ficou muito feliz com o presente, brincando durante todo o dia&lt;br /&gt;e só deixando-a de lado na hora de dormir. A felicidade durou uma&lt;br /&gt;semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa noite, a menina acordou com sede e viu um movimento no local.&lt;br /&gt;Parecia uma criança de 9 anos caminhando até a cozinha e mexendo nos&lt;br /&gt;talheres....mas não era uma criança. Com um faca em punho, a boneca&lt;br /&gt;pulou sobre o pescoço da mãe que dormia e o cortou profundamente.&lt;br /&gt;Depois esperou a chegada do pai da jovem para abrir um buraco na sua&lt;br /&gt;barriga e espalhar suas tripas pelas madeiras da casa velha. Ao&lt;br /&gt;presenciar o ocorrido, a garota não resistiu à dor e ao desespero,&lt;br /&gt;perdendo a consciência no ato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, a menina acordou com a casa cheia de gente...tinha&lt;br /&gt;policiais e uns senhores que ela nunca havia visto na vida. Sua roupa&lt;br /&gt;estava cheia de sangue, mas ela não havia se cortado. Havia uma faca&lt;br /&gt;ensanguentada próxima a ela, enquanto um senhor se aproximava para&lt;br /&gt;recolhê-la. Enquanto era conduzida para o carro de polícia sobre o&lt;br /&gt;olhar incrédulo dos adultos, a jovem conseguiu encontrar tempo para ver&lt;br /&gt;sua boneca, com a aparência de uma menina de 9 anos, encostada na cama,&lt;br /&gt;onde ela havia deixado na noite anterior, antes daquele terrível&lt;br /&gt;pesadelo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que a boneca é amaldiçoada, pois ela sempre está presente quando&lt;br /&gt;crianças são acusadas de matar seus pais...mas em que casa ela pode&lt;br /&gt;estar agora? &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Diabo perdeu as botas??</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-20T15:20:16Z</pubDate>
		<description>&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size=&quot;5&quot;&gt;A BOTA DO DIABO&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza , você já ouviu falar nesta expressão : Fulano mora onde o&lt;br /&gt;diabo perdeu as botas .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas , o que você talvez não saiba é que esta expressão vem de uma lenda&lt;br /&gt;muito antiga .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lenda é Esta :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época em que não havia inferno , existia somente o Céu e a Terra .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No paraíso , existiam muitos anjos , mas o anjo mais bonito era Lúcifer ,&lt;br /&gt;seu nome significava : o portador da luz .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tinha qualidades um tanto estranhas : rosto efeminado , cabelos&lt;br /&gt;dourados , olhos azuis , coxas grossas , cintura fina , unhas bem feitas ,&lt;br /&gt;sobrancelhas delineadas , etc. Mas , o que mais chamava a atenção eram as&lt;br /&gt;botas que ele usava : vermelhas , de cano longo e salto agulha .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcifer era o anjo da beleza , pois ele exercia as seguintes funções :&lt;br /&gt;estilista , costureiro , bailarino e cabeleireiro do céu .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um certo dia , após trabalhar em seu salão de beleza , ele começou a se&lt;br /&gt;olhar no espelho e disse :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou bonito !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou tão lindo que eu merecia um paraíso só para mim !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mereço sempre mais !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem , que eu merecia mesmo , era abrir uma boate neste céu monótono !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então , Lúcifer , decidiu procurar Deus e começou a reclamar , com sua voz&lt;br /&gt;de taquara rachada :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus , a situação é a seguinte :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou o anjo mais bonito e mais habilidoso , eu quero condições&lt;br /&gt;melhores de trabalho : Quero trabalhar num salão de beleza maior e com&lt;br /&gt;aparelhos de melhor qualidade .  Quero mais tecidos diferenciados para&lt;br /&gt;fazer as roupas dos anjos , que não são tão belos como eu .  Quero uma&lt;br /&gt;casa noturna só para mim .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim , Deus ficou de saco cheio e disse :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você quer tudo isto ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então , vá para o inferno !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim , apareceu um elevador mágico , que colocou Lúcifer e todos os seus&lt;br /&gt;assistentes no inferno .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar lá , Lúcifer , disse :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto aqui é o inferno , é ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que lugar mais horroroso !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou enfeita –lo a minha maneira , com paredes vermelhas , teto com&lt;br /&gt;espelhos , luzes de danceteria , etc .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então , este diabo fez os seus assistentes trabalharem como condenados .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim , depois da reforma , o chefe dos assistentes falou :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que a reforma do inferno acabou , nós queremos saber quando sairá o&lt;br /&gt;nosso salário !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste jeito , Lúcifer respondeu :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês pensam que irão receber algum salário ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahahahah !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde vocês pensam que estão , no céu ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto aqui é o inferno , queridos !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta maneira , o líder do Sindicato dos Trabalhadores do Inferno reuniu&lt;br /&gt;todos os assistentes do demônio e disse :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Companheiros , Lúcifer não quer nos pagar ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vocês acham que devemos fazer ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então , um dos assistentes falou :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos expulsar Lúcifer do inferno !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos fazer que ele vá para um lugar bem longe !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim , todos os assistentes invadiram a mansão do diabo e o colocaram&lt;br /&gt;para correr . Mas , nesta corrida desesperada , num lugar muito distante ,&lt;br /&gt;este demônio acabou perdendo suas botas .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E , você leitor , conhece alguém que mora onde o diabo perdeu as botas ?&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>BloOdY MaRy</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-20T15:11:52Z</pubDate>
		<description>&lt;h1&gt;&lt;font color=&quot;RED&quot;&gt;BLOODY MARY&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;RED&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#d2c7ac&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.bocadoinferno.com/romepeige/lendas/espelho1.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;Em 1978, o especialista em folclores, Janet Langlois, publicou nos&lt;br /&gt;Estados Unidos uma lenda que até hoje aterroriza os jovens do mundo&lt;br /&gt;inteiro, principalmente da América. Trata-se de Bloody Mary, conhecida&lt;br /&gt;também como A Bruxa do Espelho, um espírito vingativo que surge quando&lt;br /&gt;uma jovem, envolta em seu cobertor, sussurra, à meia-noite, iluminado&lt;br /&gt;por velas. diante do espelho do banheiro, 13 vezes as palavras &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;Bloody Mary.&lt;br /&gt;Segundo a lenda, o espírito de uma mulher cadavérica surge refletido no&lt;br /&gt;espelho e mata de forma sangrenta e violenta as pessoas que estão no&lt;br /&gt;banheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem diga que Mary foi executada há cem anos atrás por praticar as&lt;br /&gt;artes negras, mas há também uma história mais recente envolvendo uma&lt;br /&gt;bela e extremamente vaidosa garota que, após um terrível acidente de&lt;br /&gt;carro, teve seu rosto completamente desfigurado. Sofrendo muito&lt;br /&gt;preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu&lt;br /&gt;vender a alma ao diabo pela chance de se vingar dos jovens que cultivam&lt;br /&gt;a aparência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos confundem a lenda da bruxa do espelho com a história da Rainha&lt;br /&gt;Maria Tudor (Greenwich 1516 - Londres 1558), filha de Henrique VIII e&lt;br /&gt;de Catarina de Aragão. Tendo se tornado rainha em 1553, esforçou-se&lt;br /&gt;para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra&lt;br /&gt;os protestantes valeram-lhe o cognome &amp;quot;Maria, a Sanguinária&amp;quot; (Bloody&lt;br /&gt;Mary). Em 1554, desposou Filipe II da Espanha. Essa união, que indignou&lt;br /&gt;a opinião pública inglesa, ocasionou uma guerra desastrosa com a&lt;br /&gt;França, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que a Rainha, para&lt;br /&gt;manter a beleza, tomava banho com sangue de jovens garotas, mas é um&lt;br /&gt;fato não confirmado em sua biografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No princípio da década de 70, muitos jovens tentaram realizar o ritual&lt;br /&gt;pois era comum nas casas suburbanas a presença de longos espelhos nos&lt;br /&gt;banheiros sem janelas (pouca iluminação). Há um caso famoso de uma&lt;br /&gt;jovem nova-iorquina que dizia não acreditar na lenda, mas após realizar&lt;br /&gt;a &amp;quot;mórbida brincadeira&amp;quot;, levou um tompo (é o que os familiares dizem),&lt;br /&gt;quebrou a bacia e foi encontrada em estado de coma. A jovem ainda vive&lt;br /&gt;nos EUA, mas sua identidade é um sigilo absoluto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por que ainda hoje as crianças racionais continuam a chamar pela Bloody Mary, arriscando a vida diante de uma possível tragédia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escritor Gail de Vos traz uma explicação: &amp;quot;As crianças com idade&lt;br /&gt;entre 9 e 12 anos vivem numa fase que os psicólogos chamam de síndrome&lt;br /&gt;de Robinson. Este é o período em que as crianças precisam satisfazer&lt;br /&gt;seus desejos por aventura, arriscando-se em rituais, jogos e em&lt;br /&gt;brincadeiras no escuro. Eles estão constantemente procurando um modo&lt;br /&gt;seguro de extrair prazer e desafiar seus medos.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;È possível que essas crenças em bruxas do espelho tenham a sua origem&lt;br /&gt;nos velhos tempos, através das simpatias envolvendo jovens solteiras e&lt;br /&gt;futuros maridos. Há muitas variações desses rituais em que as jovens&lt;br /&gt;solteiras cantavam rimas diante dos espelhos e olhavam de súbito pois&lt;br /&gt;seria possível ver o semblante do homem com quem vão casar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o conceito de espelhos como o portal entre o mundo da realidade e o&lt;br /&gt;sobrenatural também veio de épocas remotas. Antigamente, era comum&lt;br /&gt;cobrir os espelhos de uma casa em que uma morte tenha acontecido até o&lt;br /&gt;corpo ser levado para o enterro. Dizem que se por relance o corpo&lt;br /&gt;passar diante de algum espelho, o morto permaneceria na casa, pois o&lt;br /&gt;espelho pegaria o espírito dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;WHITE&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;Filmes: Na produção de 1992 chamada Candyman, um espírito vingativo&lt;br /&gt;surge após seu nome ser chamado 5 vezes diante de um espelho. Já no&lt;br /&gt;filme Lenda Urbana, dois jovens brincam &lt;/font&gt;diante de um espelho e chamam&lt;br /&gt;pela Bloody Mary, mas ela não aparece.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Alexander Phantom</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-20T15:03:30Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;RED&quot;&gt;&lt;font size=&quot;5&quot; color=&quot;RED&quot;&gt;&lt;strong&gt;O FANTASMA DE ALEXANDRE, O GRANDE&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;RED&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#d2c7ac&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;O filme Alexandre , o Grande , do diretor Oliver Stone , estreado no começo deste&lt;br /&gt;ano , casou muita polêmica . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A película se trata da trajetória do conquistador macedônio , que assumiu o trono&lt;br /&gt;aos 20 anos , enfrentou brigas dos gregos , invadiu a Pérsia e o Egito . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui , o principal problema foi que o diretor deturpou muitas coisas . Por exemplo :&lt;br /&gt;ele colocou Alexandre como se fosse bissexual , porém não há nenhum estudo na&lt;br /&gt;História que comprove isto . Além disto , ele colocou a atriz Angelina Jolie , no&lt;br /&gt;papel de mãe do conquistador , sendo que ela é apenas um ano mais velha do que o&lt;br /&gt;ator que fez o protagonista . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém , as coisas mais interessantes  foram  os fatos sobrenaturais que aconteceram&lt;br /&gt;nas gravações . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns figurantes afirmaram ter sonhado com o espírito do verdadeiro Alexandre .&lt;br /&gt;Segundo eles , esta alma falava que não estava gostando do filme e que ele não faria&lt;br /&gt;sucesso nas telas  . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros boatos falaram que no meio da gravação de uma cena , a atriz Angelina Jolie ,&lt;br /&gt;deu um grito e afirmou ter visto o fantasma do conquistador . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve alguns acidentes no meio das filmagens , como exemplos : atores que&lt;br /&gt;escorregaram , carruagens que se quebraram e cavalos que caíram em cima de alguns&lt;br /&gt;figurantes . Algumas pessoas atribuíram estes pequenos desastres à fúria do espírito&lt;br /&gt;do verdadeiro Alexandre . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada foi provado sobre os boatos fantasmacóricos acima . Mas , um fato , realmente&lt;br /&gt;aconteceu : o filme não agradou aos americanos conservadores e , realmente ,  não&lt;br /&gt;fez sucesso por lá . &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>A Bruxa da Bruma</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-20T15:00:48Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;strong&gt;A BRUXA DE GWRACH-Y-RHIBYN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é &amp;quot;Bruxa da Bruma&amp;quot; mas é mais comumente chamada de &amp;quot;Bruxa da Baba&amp;quot;. Dizem que parece com uma velha horrenda, toda desgrenhada, de nariz adunco, olhos penetrantes e dentes semelhantes a presas. De braços compridos e dedos com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas, coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte. Acredita-se que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas famílias galesas. Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para pertencer a um pássaro. Uma antiga família que teria sido assombrada pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales. Por setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling ocuparam o Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan. A família acabou por perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou associando São Donato aos Stardling.&lt;br /&gt;Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher se lamuriando e gemendo abaixo de sua janela. Olhou para fora, mas a escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas. Os misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o amanhecer. Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de uma Gwrach-y-rhibyn que estava avisando de uma morte na família Stardling. Mesmo sem haver um membro da família morando mais no casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia fora dos Stardling. Naquele mesmo dia, ficou-se sabendo que o último descendente direto da família estava morto.&lt;br /&gt;Texto retirado da Coleção &amp;quot;Mistérios do Desconhecido&amp;quot; da Ed. Abril&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>A carta</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-19T23:29:04Z</pubDate>
		<description>&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ffffff&quot; style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://orbita.starmedia.com/necrose/Terror/caveira.gif&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;40&quot; height=&quot;40&quot; /&gt;&lt;font size=&quot;+1&quot; color=&quot;#ff0000&quot; style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;Carta Anônima&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://orbita.starmedia.com/necrose/Terror/caveira.gif&quot; border=&quot;0&quot; width=&quot;40&quot; height=&quot;40&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;&lt;br /&gt;	&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;		&lt;tr width=&quot;90%&quot;&gt;&lt;br /&gt;			&lt;td&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Após mais um dia normal de trabalho&lt;br /&gt;			Ricardo volta para casa tranqüilo, passa no boteco de sempre, toma sua&lt;br /&gt;			cervejinha e segue calmante seu caminho de casa. Chegando lá pega suas&lt;br /&gt;			correspondências, o de sempre, contas, propagandas e etc. Só que desta&lt;br /&gt;			vez algo chamou-lhe a atenção havia uma carta com somente seu nome nela&lt;br /&gt;			escrito, seu Ricardo coçou a cabeça e curioso como ele só, tratou logo&lt;br /&gt;			de abri-la, então: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;_ Que estranho? &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Após aberta veio a revelação, um&lt;br /&gt;			frio mortal subiu por sua espinha, Ricardo não parava de tremer, era&lt;br /&gt;			difícil acreditar no que acabara de ler: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;_ “Em três dias acabarei com sua vida.” &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Entrou em casa abalado, jantou quase nada e sem assistir o jornal foi tentar dormir um pouco para recompor-se de tamanho susto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;No dia seguinte, saiu quase&lt;br /&gt;			normalmente para trabalhar, desconfiado até mesmo de sua sombra, ficou&lt;br /&gt;			meio que paranóico olhando para os lados e a cada barulho mais alto ele&lt;br /&gt;			quase tinha um ataque. No final do dia para seu desespero novamente a&lt;br /&gt;			mesma carta. Se ele já estava com medo agora ele esta apavorado. Tratou&lt;br /&gt;			de ligar imediatamente para seu cunhado detetive e pediu para que as&lt;br /&gt;			medidas necessárias fossem tomadas. Após seu cunhado saber tudo que se&lt;br /&gt;			passava decidiu pedir para que uma patrulha vigiasse sua propriedade&lt;br /&gt;			para que seu Ricardo pudesse dormir sossegado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Mais um dia começa e seu Ricardo&lt;br /&gt;			sai para o trabalho... Curiosamente neste dia ele começou a demorar&lt;br /&gt;			muito para retornar ao lar. Preocupados os guardas saíram em seu&lt;br /&gt;			encalço em vão. Lá pelas tantas houve um barulho do quintal da casa, de&lt;br /&gt;			repente: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;PÁ TÁ PÁ!!! Três disparos rompem o silêncio da noite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Um corpo mascarado todo de preto&lt;br /&gt;			é atingido e cai fulminado. Quando o cunhado de seu Ricardo retira a&lt;br /&gt;			máscara, para surpresa de todos, seu Ricardo estava lá, deitado, gélido&lt;br /&gt;			parecendo sorrir. Após uma revista em seus bolsos foi encontrado apenas&lt;br /&gt;			um bilhete escrito a sangue: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;“Obrigado”.&amp;gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;		&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;	&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://fear.blogfatal.com/Fear-of-the-dark-b1/A-carta-b1-p5.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>O vinho</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-19T23:25:21Z</pubDate>
		<description>&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://orbita.starmedia.com/necrose/Terror/caveira.gif&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;middle&quot; /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot; style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;&lt;strong&gt;O VINHO DO TINHOSO&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;img src=&quot;http://orbita.starmedia.com/necrose/Terror/caveira.gif&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;middle&quot; /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;&lt;br /&gt;	&lt;tbody&gt;&lt;br /&gt;		&lt;tr width=&quot;90%&quot;&gt;&lt;br /&gt;			&lt;td&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Era uma noite estranha, muito estranha.&lt;br /&gt;			Parecia que o mundo caía sobre o pobre Vilarejo de Hidown, uma&lt;br /&gt;			tempestade castigava as pequenas casas e ruas do lugar. Todos estavam&lt;br /&gt;			em casa, ninguém se atreveria sair sob um dilúvio daqueles. Só se&lt;br /&gt;			notava uma pequena movimentação em um único lugar. Apenas 5 pessoas&lt;br /&gt;			estavam na Cantina, o velho dono do lugar Sr. Gordon, uma prostituta&lt;br /&gt;			barata Regina Marcha-ré, os 2 irmãos Brotheer e o Leiteiro da cidade, o&lt;br /&gt;			Sr. Milk Wilson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Todos estavam bebendo e conversando frivolidades, papo de bêbado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_&lt;br /&gt;			Você acha que o universo é uma expansão constante como enunciou Hubble&lt;br /&gt;			ou segue uma variação volumétrica pulsante? Perguntou o velho Sr. Gordon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_&lt;br /&gt;			Se analisar-mos a variação da temperatura do espaço desde o Big-Bang,&lt;br /&gt;			notaremos que a temperatura esta diminuindo, hoje se encontra pouco&lt;br /&gt;			acima do zero absoluto (uns 2 graus), talvez quando atingir o zero,&lt;br /&gt;			toda a matéria se contraia novamente até atingir temperaturas e&lt;br /&gt;			pressões monumentais para um novo Big-Bang. Respondeu o humilde&lt;br /&gt;			fazendeiro Mano Brotheer. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Como o leitor pôde perceber, é só&lt;br /&gt;			mais uma conversa sem sentido, entre bêbados, que se ouve todos os dias&lt;br /&gt;			nos Bares do Mundo. A conversa informal seguiu amistosamente enquanto&lt;br /&gt;			todos esperavam a tempestade terminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;De repente!! Não mais que de&lt;br /&gt;			repente, a porta do &amp;quot;Boteco&amp;quot; se abre num estrondo! Todos no bar olham&lt;br /&gt;			assustados para a porta. Uma corrente de vento,chuva e relâmpagos&lt;br /&gt;			revela um homem, alto, forte, usando uma roupa completamente negra e&lt;br /&gt;			chapéu. Logo entra na &amp;quot;birosca&amp;quot;, mal se consegue ver o rosto do&lt;br /&gt;			forasteiro que carregava sobre o ombro, um grande barril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Todos&lt;br /&gt;			ficaram paralizados ao ver a figura negra na porta do Bar. O homem se&lt;br /&gt;			aproximou lentamente do balcão, todos se afastaram, quando colocou o&lt;br /&gt;			grande barril no balcão e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ O Senhor é o dono deste&lt;br /&gt;			estabelecimento comercial? Tenho algo para mostrar-lhe. Disse o homem&lt;br /&gt;			de preto simultaneamente com um relâmpago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			O Senhor Gordon engoliu em seco e só conseguiu dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_S..so...sou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Nesse&lt;br /&gt;			momento, Mano Brotheer colocou sua mão na cintura, no local onde sempre&lt;br /&gt;			carregava seu revólver, ele era um homem pacífico, mas tomara o hábito&lt;br /&gt;			de andar armado desde os tempos de seus avós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ Pode ficar tranquilo&lt;br /&gt;			Sr. Brotheer, eu vim em paz! Disse o homem sem olhar para o Agricultor,&lt;br /&gt;			que tirou a mão da cintura em um espasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Como sabe meu nome???? Eu te conheço???? Perguntou irritado o trabalhador rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Sem responder à pergunta, o homem de preto apenas disse ao Sr. Gordon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_&lt;br /&gt;			Tenho nesse Barril, um excelente vinho. É um vinho que o senhor jamais&lt;br /&gt;			encontrará igual, nesse mundo. Estou querendo lhe vender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ Por que diabos, um homem sairia nessa chuva pelas estradas para vender vinho? Perguntou a Prostituta Regina Marcha-ré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_&lt;br /&gt;			Meu Senhor, eu não o conheço e não preciso de vinho algum. Tenho uma&lt;br /&gt;			grande e ótima adega aqui na Taberna. Disse o dono da espelunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_&lt;br /&gt;			Estou disposto a dar-lhe este barril de graça para o Senhor e seus&lt;br /&gt;			convidados provarem. Se não gostarem, eu não cobro nada, mas se&lt;br /&gt;			gostarem, farei meu preço. De acordo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Palavras mágicas... &amp;quot;de graça,&lt;br /&gt;			até ônibus errado&amp;quot;... O Senhor Gordon ao ouvir isso, aceitou de bom&lt;br /&gt;			grado o Barril e começou a abrir-lo com um pé de cabra. O homem de&lt;br /&gt;			preto sentou num canto afastado do bar enquanto todos formavam uma roda&lt;br /&gt;			entorno do Barril, todos anciosos por um vinho grátis. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;Eles bebiam feitos perus em véspera&lt;br /&gt;			de natal, o Sr. Leiterio já havia bebido 5 canecas grandes, os irmãos&lt;br /&gt;			Brotheer faziam disputas sobre o maior gole. Todos estavam enchedo a&lt;br /&gt;			cara, o vinho era delicioso. O homem de preto só acompanhava a cena de&lt;br /&gt;			longe, com um pequenino sorriso no canto da boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ O Senhor não vai beber nada? Perguntou Irmão Brotheer ao forasteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ Eu não bebo... vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Todos estavam falando alto, rindo, contando piadas e histórias. Tudo parecia normal, mas....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;De repente os dois irmãos estavam discutindo alto, não se sabia o motivo, mas seja qual for, estava esquentando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Calma gente... Vamos beber mais um pouco! Alegria! Disse o leiteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Fica na sua!!!!! Seu desgraçado, filho de uma vaca!! Gritou o mais velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ Não venha com grosseria! Seu caipira comedor de capim, cretino!! Respondeu o Leiterio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Parem de brigar!! Disse o Sr. Gordon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Mas&lt;br /&gt;			nesse momento começou a tragédia. O mais novo Brotheer sacou do&lt;br /&gt;			revólver que também carregava e disparou dois tiro à queima roupa na&lt;br /&gt;			boca do Sr. Gordon, que caiu com a cabeça espatifada e miolos voando&lt;br /&gt;			para todos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ Cala o lixo dessa boca, seu velho patife!! Gritou o jovem assassino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Ao&lt;br /&gt;			ver isso, Regina Marcha-ré, que estava ao lado do Sr. Gordon, pegou a&lt;br /&gt;			escopeta de dois canos que o velho Sr. Gordon mantinha debaixo do&lt;br /&gt;			balcão e disparou um tiro no peito de fazendeiro. O tiro o arremeçou ao&lt;br /&gt;			outro lado do bar, uma chuva de sangue cobriu todos que estavam em&lt;br /&gt;			volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ O que você tem contra putas? Seu filho de uma! Gritou a&lt;br /&gt;			mundana um pouco antes de ter seus olhos perfurados por uma garrafa que&lt;br /&gt;			o irmão mais velho do morto a havia jogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Cassarola! Você me&lt;br /&gt;			cegou! Gritou a meretriz ao fazendeiro que se preparava para dar um&lt;br /&gt;			tiro na assassina de seu irmão. Mas o leiteiro foi mais rápido, agarrou&lt;br /&gt;			a cabeça do fazendeiro e a segurou na máquina de cortar mortadelas em&lt;br /&gt;			fatias que estava no balcão. O fazendeiro tentava se soltar do leiteiro&lt;br /&gt;			enquanto vociferava encolerizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ Me larga!! Eu vou matar essa vadia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			SLEPT! O leiteiro ligou a máquina de lãminas circulares, e a tampa do crânio do agricultor caiu no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_ Ai!! Seu desgraçado!! Vou te matar!! gritou o fazendeiro Brotheer ao ver seu escalpo no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			SPLOFT! As lãminas alcançaram os miolos do homem. que tremia enquanto o leiteiro o segurava com toda a sua força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			Regina&lt;br /&gt;			Marcha-ré, que se contorcia de dor e não via o que estava acontecendo,&lt;br /&gt;			pois metade de uma garrafa foi alojada no seu olho direito, começou a&lt;br /&gt;			dar tiros pra todos os lados com a escopeta que ainda segurava na mão.&lt;br /&gt;			Infelizmente, um tiro acertou na perna do Sr. Leiteiro, que ao tentar&lt;br /&gt;			se segurar na caixa registradora para não cair, acabou arrastando-a&lt;br /&gt;			para a beirada do balcão, fazendo com que ela caísse em sua cabeça,&lt;br /&gt;			funcionando como um quebra nozes. A caixa registradora que era feita de&lt;br /&gt;			cobre, reduziu a cabeça do Sr. Milk Wilson em uma pasta de sangue e&lt;br /&gt;			miolos. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;O foresteiro assistiu tudo aquilo,&lt;br /&gt;			sem demonstrar uma ponta sequer de espanto. Ficou sentado assistindo&lt;br /&gt;			aquela cena que não durou mais do que alguns segundos. Agora, apenas a&lt;br /&gt;			mulher estava viva, caída num canto atrás do Balcão. Ele se aproximou&lt;br /&gt;			da pobre mulher e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Gostaram do Vinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Seu filho do demônio! O quê tinha naquele vinho?? Gritou a sodomita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_&lt;br /&gt;			Eu não sou filho do demônio. Eu sou o próprio Carcará, hahahahaha!!!&lt;br /&gt;			Uma risada demoníaca foi ouvida à quilômetros de distância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_&lt;br /&gt;			Não!!!!!!!!!!!! ARGH!!!!!!!!! Gritou de desespero a mulher que morreu&lt;br /&gt;			logo depois, pois o resto da cerveja que ainda estava na garrafa,&lt;br /&gt;			começou a escorrer para dentro da cabeça. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms&quot;&gt;O Homem de preto olhava os cinco corpos espalhados pela Taberna, que agora estava tingida de sangue por todos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;			_Cinco&lt;br /&gt;			almas podres em troco de um bom Vinho do Tinhoso... acho que valeu a&lt;br /&gt;			pena! Disse o homem de preto ao sair da Taverna no meio da noite&lt;br /&gt;			levando o barril vazio. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/td&gt;&lt;br /&gt;		&lt;/tr&gt;&lt;br /&gt;	&lt;/tbody&gt;&lt;br /&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://fear.blogfatal.com/Fear-of-the-dark-b1/O-vinho-b1-p4.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>TeRrOr</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-19T21:04:06Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline&quot;&gt;O Dia Da Meia Noite &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;Numa cidade do interior de Minas Gerais, chamada Ibiá, conta-se um&lt;br /&gt;“causo”, que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade. Na&lt;br /&gt;década de 60, uma enfermeira, filha de criação de um grande fazendeiro,&lt;br /&gt;iria se casar. Linda era a senhorita, cabelos negros e longos, pele&lt;br /&gt;morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e sensuais.&lt;br /&gt;(perai… isso é um “causo” ou um anúncio de massagens?) Seu noivo, um&lt;br /&gt;rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais interessado nas&lt;br /&gt;fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita. Chegado o grande&lt;br /&gt;dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a capela já estava&lt;br /&gt;ornamentada e o padre se preparava tomando “alguns” cálices de vinho.&lt;br /&gt;os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era que os noivos&lt;br /&gt;viajariam para a “Europa” em lua de mel. No grande momento, eis que&lt;br /&gt;entra na capela, a linda noiva, deslumbrando beleza e felicidade. Mas o&lt;br /&gt;noivo ao vê-la, corre e no meio da capela grita: - “Sinto Muito! Não a&lt;br /&gt;amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes para comprar esse&lt;br /&gt;casamento.” Em seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, se&lt;br /&gt;tranca em seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com&lt;br /&gt;uma cena horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com&lt;br /&gt;lençóis. Estava pendurada no lustre do seu quarto. A data do casamento:&lt;br /&gt;20 de Maio. Conta-se que até hoje, toda meia noite, a&lt;br /&gt;linda noiva aparece, nua, cavalgando&lt;br /&gt;dando gritos de horror e desespero!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://fear.blogfatal.com/Fear-of-the-dark-b1/TeRrOr-b1-p3.htm</guid>
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		<title>UrbAnas eingraçadas</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-19T20:28:59Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;u style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;strike&gt;ESSAS SÃO  TÃO ASSUSTADORAS QUE VOCÊ VAI CHORAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas aki todo mundo conhece&lt;/strike&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font color=&quot;#000000&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;A ordem dos fatores naum altera o produto, aé? intaum passa uma noite com Maria José e outra com José Maria...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;Tamanho naum éh documento, aé? intaum veim ver o tamanho do meu documento...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;Dinheiro naum trazz felicidade, intaum me dêh o seu dinheiro e seja felizz..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;Dinheiro naum trazz felicidade, mais paga o frete, a passagem...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;e se vc souber de mais alguma.. vlw por m aturar com essas porcarias..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ffffff&quot;&gt;:P hehe&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;</description>
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		<title>Pequenos contos de TERROR só pra descontrair um pouco.</title>
		<category>Fear of the dark</category>
		<pubDate>2008-09-19T02:29:40Z</pubDate>
		<description>&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;times&quot; size=&quot;4&quot; color=&quot;red&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;Vestida de Preto&lt;/em&gt;&lt;/u&gt;                  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta lenda urbana é muito conhecida entre os taxistas do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta-se que um certo dia, um taxista pegou uma passageira em&lt;br /&gt;Botafogo, por volta da meia-noite, a moça era muito bonita, toda&lt;br /&gt;vestida de preto e pediu para ser levada ao cemitério São João Batista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o percurso, segundo o motorista, a mulher manteve-se&lt;br /&gt;muito séria, ao mesmo tempo que se mantinha serena com sua beleza e&lt;br /&gt;palidez, não demonstrando nenhum sentimento. No fim do trajeto, o&lt;br /&gt;taxista virou-se para avisar o preço da corrida, porém onde estava a&lt;br /&gt;moça ??? Havia sumido, repentinamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;A toca do cavalum&lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;em machico, na madeira, existem umas grutas enormes, onde se diz&lt;br /&gt;que o cavalum (demônio) está preso. A lenda diz que foram as forças do&lt;br /&gt;bem que aí o aprisionaram depois deste ter tentado destruir o mundo com&lt;br /&gt;tempestades. A verdade é que quem vive nas furnas garante que, nas&lt;br /&gt;noites mais tenebrosas, é possível ouvir os urros raivosos e&lt;br /&gt;desesperados do cavalum, por se sentir prisioneiro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;As unhas do demônio&lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Há muitos anos, em Ponte de Lima, morreu um escrivão com fama de ter&lt;br /&gt;um pacto com o diabo. Toda a população recusou-se a enterrá-lo e&lt;br /&gt;acabaram por ser os frades do Convento a fazê-lo. Na noite seguinte ao&lt;br /&gt;funeral, à meia-noite, bateram à porta do convento. Era um velho monge&lt;br /&gt;bem vestido, mas que escondia sob uma capa uns pés-de-cabra (símbolo do&lt;br /&gt;Demônio). O velho cravou as unhas na sepultura do escrivão e&lt;br /&gt;arrancou-a. Depois, subiu pelos céus levando o corpo consigo e deixando&lt;br /&gt;um vento diabólico...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;A Elvira, de Sesimbra &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;estava obcecada pelo jogo do copo e fazia-o sempre que podia. O copo&lt;br /&gt;mexia-se sem truques e chamava sempre um espirito bom, Ate que... eram&lt;br /&gt;oito pessoas ao todo e começou a sessão. Um deles começou a invocar os&lt;br /&gt;espíritos com os olhos fechados, enquanto dizia: &amp;quot;Espírito, estás aí?&amp;quot;&lt;br /&gt;.O copo mexeu-se e perguntaram-lhe quem era. O copo dirigiu-se para a&lt;br /&gt;Elvira e quase lhe tocou. Respondeu que era o seu espírito vivo,&lt;br /&gt;Pediram-lhe para se manifestar. Uma estranha sensação percorreu o corpo&lt;br /&gt;da elvira. O copo mexeu-se muito rápido e foi da letra &amp;quot;e&amp;quot; á &amp;quot;n&amp;quot;,&lt;br /&gt;depois á &amp;quot;j&amp;quot;... Antes que terminasse a palavra que acabou por ser&lt;br /&gt;&amp;quot;enjoada&amp;quot; a elvira estava deitada no chão. Tinha se sentido enjoada e&lt;br /&gt;caído... Não voltou a fazer espiritismo...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;A Sónia, de Braga&lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;foi passar dois dias com três amigos à aldeia de um deles e ficaram&lt;br /&gt;na casa do padre. A casa era um bocado sinistra, mas como não pagavam&lt;br /&gt;decidiram lá ficar. Antes da Sónia se deitar ouviu um amigo a tossir na&lt;br /&gt;casa de banho. Meia hora depois estava tudo em silêncio, mas ele não&lt;br /&gt;saía da casa-de-banho. A Sónia avisou o namorado e , quando abriram a&lt;br /&gt;porta da casa-de-banho, não estava lá ninguém...Foram ao outro quarto e&lt;br /&gt;os outros amigos juraram que não tinham saído dali... Foi então que&lt;br /&gt;ouviram a tosse outra vez! Mas não havia mais ninguém em casa! Saíram&lt;br /&gt;dali a correr!...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; O Gato Negro da Meia-Noite &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Durante uma noite inteira de inverno, erma e sombria, caminhava eu&lt;br /&gt;pelas ruas da cidade sem vida. O véu negro da escuridão noturna cobria&lt;br /&gt;os céus, mas não a lua, que iluminava o caminho.&lt;br /&gt;Pensamentos tristes oprimiam-me o espírito, juntamente com a solidão&lt;br /&gt;sepulcral da noite profunda. O silêncio parecia eterno, quando o&lt;br /&gt;ressoar dos sinos chegaram-me aos ouvidos, anunciando a meia-noite.&lt;br /&gt;No mesmo instante, revelou-se ao meu lado o vulto negro de um gato.&lt;br /&gt;Enorme, de soleníssima beleza, com pêlo negro brilhante ao luar, veio à&lt;br /&gt;mim fazer companhia. Olhava-me ele com olhos brilhantes, parecendo&lt;br /&gt;lançar-me um feitiço, parecendo querer se apossar de meu espírito e de&lt;br /&gt;meus sentimentos mais obscuros. Caminhava ele em passos lentos, como&lt;br /&gt;eu.&lt;br /&gt;Caminhava ele em imortal solidão.&lt;br /&gt;Seguia-me os passos, ele, o lúgubre gato, em uma caminhada incessante,&lt;br /&gt;que muito me irritava o espírito só.&lt;br /&gt;Assim, continuei caminhando e, assim, continuou vagando o gato durante&lt;br /&gt;horas, como eu.&lt;br /&gt;Até certo ponto em que me cansei daquela companhia monótona. Retirei um&lt;br /&gt;canivete que trago comigo no bolso; em seguida, ergui o gato com uma&lt;br /&gt;das mãos e cravei-lhe minha arma em seu coração; este caiu morto no&lt;br /&gt;chão. Como eu.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; A Cova &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Há muitos anos atrás, um grupo de amigos em Ouro Preto - MG,&lt;br /&gt;resolveu fazer uma aposta; entrar a meia-noite numa cova aberta em um&lt;br /&gt;cemitério.&lt;br /&gt;Todos os cinco entraram, mas o último, ao sair da cova gritou de&lt;br /&gt;horror... alguém o segurava e o puxava para dentro da cova. Apavorados,&lt;br /&gt;os outros quatro fugiram.&lt;br /&gt;No dia seguinte encontraram um jovem de mais ou menos 25 anos, com os&lt;br /&gt;cabelos totalmente grisalhos, e expressão de horror, morto, dentro da&lt;br /&gt;cova aberta e vazia.&lt;br /&gt;Na sua calça jeans estava agarrado um pedaço de raiz, que o prendeu, e&lt;br /&gt;o matou de susto...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; A Maldição da Vida Eterna &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Sentado sobre a fria lápide daquele túmulo, no cemitério, durante a&lt;br /&gt;fria noite de outono, o Demônio, diante de mim, contou-me a seguinte&lt;br /&gt;história.&lt;br /&gt;&amp;quot;Logo após existir o Céu e o Inferno, presenciei a vida do homem sob a&lt;br /&gt;Terra, desde os tempos mais remotos e imemoriais, ele -- o homem --,&lt;br /&gt;buscou de várias maneiras, com feitiços e poções milagrosas, a dádiva&lt;br /&gt;da Vida Eterna, que até hoje, nunca fora alcançada por qualquer mortal.&lt;br /&gt;Dádiva que somente Deus e Eu -- o próprio Demônio -- podemos&lt;br /&gt;conceder-lhe tal poder.&amp;quot;&lt;br /&gt;&amp;quot;Certa meia-noite, um homem veio à mim, pediu-me com toda cordialidade&lt;br /&gt;que lhe desse o poder da Vida Eterna. Em troca de tal, ele me daria sua&lt;br /&gt;alma. Certos segundos, permaneci calado, espantado. Nenhum ser mortal,&lt;br /&gt;em toda minha longínqua vida, me fez tal proposta. Quando a aceitei. O&lt;br /&gt;pacto estava feito, sua alma em troca do imortal poder. Quando o homem&lt;br /&gt;me falou: - Como o Demônio é idiota! Vou lhe enfrentar, e jamais&lt;br /&gt;morrerei. Serei o verdadeiro Demônio, serei mais perverso e mal que&lt;br /&gt;você!&lt;br /&gt;Após tantas injúrias, nada fiz. Pois minha vingança seria, lenta,&lt;br /&gt;eterna, e mais perversa do que ele poderia imaginar&amp;quot;&lt;br /&gt;&amp;quot;Certo dia, quando este mesmo homem passava pelas ruas da cidade&lt;br /&gt;moderna, fiz com que um caminhão o atropelasse violentamente. O homem,&lt;br /&gt;estendido no asfalto quente, com as costelas esmagadas, os braços&lt;br /&gt;quebrados, encharcado pelo sangue que lhe jorrava pelas veias dilatadas&lt;br /&gt;e pelos brutais ferimentos, ainda se mexia. Realmente ele tinha o poder&lt;br /&gt;da Vida Eterna.&lt;br /&gt;Ao se levantar grotescamente do chão, já cercado por inúmeros,&lt;br /&gt;espantados e curiosos mortais, o homem começou a caminhar sem rumo,&lt;br /&gt;sendo rejeitado por todos que cruzavam-lhe o caminho.&lt;br /&gt;Sangue brotava de feridas abertas que lhe predominavam a pele,&lt;br /&gt;apresentando a todos um aspecto extremamente horrendo, sem poder sequer&lt;br /&gt;falar, apenas gemer em agonizante dor. Até parecia ser coisa do&lt;br /&gt;Demônio, sussuravam baixo os mortais curiosos, rejeitado por todos,&lt;br /&gt;coberto pelo próprio sangue, o homem sofria, eternamente em profunda&lt;br /&gt;dor, mas sem morrer jamais.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; As Criaturas da Noite &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Isto aconteceu mais ou menos em 69, um vizinho meu que era muito&lt;br /&gt;estranho, diziam que ele se chamava José Goé, tinha mais ou menos uns&lt;br /&gt;97 anos. Tinham dois filhos que eram muito estranhos também e nunca&lt;br /&gt;saia de casa para nada, inclusive não sei o que comiam, pois não iam a&lt;br /&gt;padaria. A única vez que os vi, os 3 estavam saindo de casa uma&lt;br /&gt;madrugada às 3:30 Hs, eu estava chegando da noite e por acaso encontrei&lt;br /&gt;as figuras horripilantes - no bairro eu conto, mas eles duvidam de mim&lt;br /&gt;- Estavam com a boca suja de sangue e os olhos arregalados como se&lt;br /&gt;fossem verdadeiros zumbis.&lt;br /&gt;Não parei o carro e continuei seguindo em alta velocidade. Fiquei&lt;br /&gt;desnorteado ao ver aquilo e corri em direção a um posto policial que&lt;br /&gt;ficava mais ou menos a uns 3 Km do local.&lt;br /&gt;Em uma certa travessia parei para fazer o cruzamento de uma avenida&lt;br /&gt;quando os 3 apareceram ao lado de meu carro no vidro (já estava longe&lt;br /&gt;deles, como chegaram até lá?!).&lt;br /&gt;Aí sim vi de perto, não podia acreditar no que via. Tinham presas&lt;br /&gt;iguais a de lobos, as quais deviam estar sedentas para sugar minha&lt;br /&gt;artéria. Disparei em alta velocidade e continuei sem parar em lugar&lt;br /&gt;algum.&lt;br /&gt;Quando cheguei no posto policial só havia um guarda, que me informou&lt;br /&gt;que haviam acabado de receber um chamado muito estranho de que tinham&lt;br /&gt;encontrado um rapaz morto, sem nenhuma gota de sangue em seu corpo e&lt;br /&gt;que estava até transparente.&lt;br /&gt;Contei o fato que tinha acontecido comigo e ele hesitou em acreditar.&lt;br /&gt;Me acompanhou até minha casa e mostrei a casa do vizinho.&lt;br /&gt;No outro dia foram fazer uma vistoria na casa e... para minha surpresa&lt;br /&gt;e a de vocês, não havia ninguém e muito menos móveis e nem vestígios de&lt;br /&gt;que passou alguém por alí há muito tempo.&lt;br /&gt;Quem seriam as terríveis criaturas com quem me deparei?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; Lobisomem &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No ano passado na localidade de Baixa Grande, zona rural de Campos&lt;br /&gt;dos Goitacazes / RJ o vigia da Usina Baixa Grande matou com um tiro&lt;br /&gt;certeiro um enorme animal que rondava a usina.&lt;br /&gt;Com medo do animal ainda estar vivo, não se aproximou e chamou um PM&lt;br /&gt;que estava de plantão num posto policial próximo. Qual a surpresa ao&lt;br /&gt;descobrir que o enorme animal nada mais era que um morador do local de&lt;br /&gt;68 anos, um cidadão que morava numa casa a muitos anos, um sujeito&lt;br /&gt;esquisito e de pouca conversa.&lt;br /&gt;Esse fato além de verdadeiro tem algo assustador... o Policial afirma&lt;br /&gt;que ao chegar no local ainda viu as mãos do Lobisomem voltando a forma&lt;br /&gt;natural de homem e mais... com vários depoimentos tornados no local de&lt;br /&gt;pessoas que juram ter visto por anos a presença de tal entidade. As&lt;br /&gt;autoridades arquivaram o caso pois ficou &amp;quot;comprovado&amp;quot; que o vigia havia&lt;br /&gt;matado um Lobisomem.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; Morto de olhos abertos &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Alguns anos atrás saiu no FANTÁSTICO.&lt;br /&gt;Em uma cidade do nordeste morreu um pai de família muito querido.&lt;br /&gt;A viúva mandou chamar a única fotógrafa da cidade para tirar fotos do morto para poder colocar no cemitério.&lt;br /&gt;A fotógrafa ao chegar ao velório viu o morto dentro do caixão e começou a fotografá-lo.&lt;br /&gt;Para seu espanto, toda vez que olhava pelo visor da máquina fotográfica, via o morto olhando para ela com os olhos abertos.&lt;br /&gt;Quando tirava a máquina fotográfica de sua frente, olhava para o morto e o via com olhos fechados.&lt;br /&gt;Várias fotos foram tiradas e, quando reveladas mostraram que realmente o morto a via com os olhos abertos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; A Bruxa de Gwrach &lt;/em&gt;&lt;/u&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O significado do nome Gwrach-y-rhibyn, literalmente é &amp;quot;Bruxa da&lt;br /&gt;Bruma&amp;quot; mas é mais comumente chamada de &amp;quot;Bruxa da Baba&amp;quot;. Dizem que&lt;br /&gt;parece com uma velha horrenda, toda desgrenhada, de nariz adunco, olhos&lt;br /&gt;penetrantes e dentes semelhantes a presas. De braços compridos e dedos&lt;br /&gt;com longas garras, tem na corcunda duas asas negras escamosas,&lt;br /&gt;coriáceas como a de um morcego. Por mais diferente que ela seja da&lt;br /&gt;adorável banshee irlandesa, a Bruxa da Baba do País de Gales lamenta e&lt;br /&gt;chora quando cumpre funções semelhantes, prevendo a morte. Acredita-se&lt;br /&gt;que a medonha aparição sirva de emissária principalmente às antigas&lt;br /&gt;famílias galesas. Alguns habitantes de Gales até dizem ter visto a cara&lt;br /&gt;dessa górgona; outros conhecem a velha agourenta apenas por marcas de&lt;br /&gt;garras nas janelas ou por um bater de asas, grandes demais para&lt;br /&gt;pertencer a um pássaro. Uma antiga família que teria sido assombrada&lt;br /&gt;pela Gwrach-y-rhibyn foi a dos Stardling, do sul de Gales. Por&lt;br /&gt;setecentos anos, até meados do século XVIII, os Stardling acuparam o&lt;br /&gt;Castelo de São Donato, no litoral de Glamorgan. A família acabou por&lt;br /&gt;perder a propriedade, mas parece que a Bruxa da Baba continuou&lt;br /&gt;associando São Donato aos Stardling.&lt;br /&gt;Uma noite, um hóspede do Castelo acordou com o som de uma mulher se&lt;br /&gt;lamuriando e gemendo abaixo de sua janela. Olhou para fora, mas a&lt;br /&gt;escuridão envolvia tudo. Em seguida ouviu o bater de asas imensas. Os&lt;br /&gt;misteriosos sons assustaram tanto o visitante que este voltou para&lt;br /&gt;cama, não sem antes acender uma lâmpada que ficaria acesa até o&lt;br /&gt;amanhecer. Na manhã seguinte, indagando se mais alguém havia ouvido&lt;br /&gt;tais barulhos, a sua anfitriã confirmou os sons e disse que seriam de&lt;br /&gt;uma Gwrach-y-rhibyn que estava avisando de uma morte na família&lt;br /&gt;Stardling. Mesmo sem haver um membro da família morando mais no&lt;br /&gt;casarão, a velha bruxa continuava a visitar a casa que um dia fora dos&lt;br /&gt;Stardling. Naquele mesmo dia, ficou-se sabendo que o último descendente&lt;br /&gt;direto da família estava morto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; A Loira do Banheiro &lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Esta lenda urbana é muito famosa entre os alunos de escolas da rede&lt;br /&gt;pública na cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Diz a lenda que uma garota muito bonita de cabelos loiros com&lt;br /&gt;aproximadamente 15 anos, sempre planejava maneiras de matar aula. Uma&lt;br /&gt;delas era ficar no banheiro da escola esperando o tempo passar.&lt;br /&gt;No entando um dia, um acidente terrivel aconteceu. A loira escorregou&lt;br /&gt;no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e&lt;br /&gt;pouco tempo depois veio a falecer.&lt;br /&gt;No fim de tudo isso, a menina não se conformou com seu fim trágico e&lt;br /&gt;prematuro, sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os&lt;br /&gt;banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do&lt;br /&gt;banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue&lt;br /&gt;escorra.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; A Mulher da Noite &lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;..Quando eu era pequena, a minha familia estava aumentando e papai&lt;br /&gt;decidiu comprar uma casa maior. Ele acabou encontrando uma que servia&lt;br /&gt;para os nossos padões. O preço era barato e logo nos mudamos para la.&lt;br /&gt;Nós meninas ganhamos um grande quarto. na primeira noite, quando eu&lt;br /&gt;rezava escutei a porta se abrir. Pensei que fosse mamãe, mas não! Era&lt;br /&gt;uma mulher desconhecida! Com medo, acordei minhas irmãs. A mulher nos&lt;br /&gt;olhava e fazia sinal para que a seguíssemos. Nanci, minha irmã mais&lt;br /&gt;nova, não se conteve e começou a chorar. Então, a mulher desapareceu.&lt;br /&gt;Mamãe nos tranquilizou dizendo que foi um pesadelo, mas naquela noite&lt;br /&gt;não consegui mais dormir. Na noite seguinte, a aparição voltou... mas&lt;br /&gt;não acordei as minhas irmãs para não assustá-las. Mesmo com medo,&lt;br /&gt;comecei a seguir a mulher pelo caminho que ela indicava. Quando&lt;br /&gt;chegamos ao porão, ela apontou para uma das paredes... então,&lt;br /&gt;desapareceu novamente. Contei tudo no café da manhã, mas meus pais não&lt;br /&gt;ligaram! Ninguém acreditava em mim. Mas, poucos dias depois, minha&lt;br /&gt;tinha Ivete teve a mesma visão! Logo, todos na casa viram a mesma&lt;br /&gt;mulher, que sempre apontava para o mesmo local. Desconfiado, papai&lt;br /&gt;mandou derrubar a parede! Então foi encontrado um esqueleto dentro da&lt;br /&gt;parece! Papai chamou imediatamente a polícia! Logo foi preso o antigo&lt;br /&gt;dono da casa! Ele era suspeito de ter matado a esposa, mas ninguém&lt;br /&gt;podia provar. pois o corpo jamais fora encontrado! Papai resolveu&lt;br /&gt;vender a casa! O fantasma não voltou mais, mas mesmo assim ninguém da&lt;br /&gt;família queria mais continuar morando lá.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; O Dia Da Meia Noite  &lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Numa cidade do interior de Minas Gerais, chamada Ibiá, conta-se um&lt;br /&gt;&amp;quot;causo&amp;quot;, que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade.&lt;br /&gt;Na década de 60, uma enfermeira, filha de criação de um grande&lt;br /&gt;fazendeiro, iria se casar. Linda era a senhorita, cabelos negros e&lt;br /&gt;longos, pele morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e&lt;br /&gt;sensuais. (perai... isso é um &amp;quot;causo&amp;quot; ou um anúncio de massagens?) Seu&lt;br /&gt;noivo, um rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais&lt;br /&gt;interessado nas fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita.&lt;br /&gt;Chegado o grande dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a&lt;br /&gt;capela já estava ornamentada e o padre se preparava tomando &amp;quot;alguns&amp;quot;&lt;br /&gt;cálices de vinho. os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era&lt;br /&gt;que os noivos viajariam para a &amp;quot;Europa&amp;quot; em lua de mel.&lt;br /&gt;No grande momento, eis que entra na capela, a linda noiva, deslumbrando&lt;br /&gt;beleza e felicidade. Mas o noivo ao vê-la, corre e no meio da capela&lt;br /&gt;grita:&lt;br /&gt;- &amp;quot;Sinto Muito! Não a amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes&lt;br /&gt;para comprar esse casamento.&amp;quot;&lt;br /&gt;Em seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, se tranca em&lt;br /&gt;seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com uma cena&lt;br /&gt;horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com lençóis.&lt;br /&gt;Estava pendurada no lustre do seu quarto.&lt;br /&gt;A data do casamento: 20 de Maio.&lt;br /&gt;Conta-se que até hoje, nesta mesma data, à meia noite, a linda noiva&lt;br /&gt;aparece, nua, cavalgando pelas ruelas da pequena Ibiá, dando gritos de&lt;br /&gt;horror e desespero!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; As Flores da Morte &lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que&lt;br /&gt;ser internada em um hospital. Desenganada pelos&lt;br /&gt;médicos, a família não queria que a moça soubesse&lt;br /&gt;que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos&lt;br /&gt;ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia&lt;br /&gt;morrer, a afirmação era negada.&lt;br /&gt;Depois de muito receber visitas, ela pediu durante&lt;br /&gt;uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas&lt;br /&gt;brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se&lt;br /&gt;fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em&lt;br /&gt;estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima&lt;br /&gt;sua morte.&lt;br /&gt;Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e&lt;br /&gt;entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas&lt;br /&gt;murchas e sem vida. A mulher se identifica como &amp;quot;mãe&lt;br /&gt;da Berenice&amp;quot;. Nesse meio de tempo, a moça que estava&lt;br /&gt;dormindo acordou, e a mãe av isou pra ela que a&lt;br /&gt;mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do&lt;br /&gt;pedido da filha feito em oração.&lt;br /&gt;Ela ficou com uma cara de espanto quando foi&lt;br /&gt;informada pela mãe que quem havia trazido as rosas&lt;br /&gt;era a mãe da Berenice. A uníca coisa que a moça&lt;br /&gt;conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava&lt;br /&gt;morta há 10 anos.&lt;br /&gt;A moça morreu naquela mesma noite. No hospital&lt;br /&gt;ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt; Bruxas &lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Cristina era uma socióloga respeitada. Especializou-se no estudo da&lt;br /&gt;época da inquisição, quando, sob o manto da igreja, pessoas eram&lt;br /&gt;queimadas sob acusação de bruxaria. Através de suas pesquisas concluiu&lt;br /&gt;que, na maioria das vezes a perseguição era política, os acusados nunca&lt;br /&gt;haviam se envolvido com satanismo. Alguns casos pareciam típicos de&lt;br /&gt;doentes mentais, que mais deveriam ir para o sanatório que para&lt;br /&gt;fogueira.&lt;br /&gt;Um caso, contudo, chamou-lhe a atenção: Catarina, uma mulher do século&lt;br /&gt;XVII, queimada num povoado do interior, conhecida como a maior das&lt;br /&gt;feiticeiras. As lendas que dela se contavam perduravam até os dias&lt;br /&gt;atuais, sobre seu poder e maldade. Morrera queimada, jurando vingança.&lt;br /&gt;Cristina viajara para a cidade que se desenvolvera perto do antigo&lt;br /&gt;povoado onde a bruxa teve seu fim. Verificou que ,apesar dos séculos,&lt;br /&gt;as pessoas conheciam histórias sobre ela, havendo inclusive aqueles que&lt;br /&gt;jurassem ter visto reunião de demônios comandados por Catarina em um&lt;br /&gt;vale próximo. Cristina ia assim juntando material para uma nova tese,&lt;br /&gt;sobre o imaginário popular.&lt;br /&gt;Algumas coincidências, porém, logo chamaram-lhe a atenção. De tempos em&lt;br /&gt;tempos sumiam crianças na região, que nunca eram encontradas. Assim&lt;br /&gt;como começavam, os desaparecimentos terminavam. Catarina era&lt;br /&gt;considerada culpada, mesmo séculos após ter morrido. O fato é que nunca&lt;br /&gt;qualquer pista foi encontrada. Justamente após sua chegada na cidade,&lt;br /&gt;crianças começam a sumir, sem deixar vestígios. Havia mais de cinqüenta&lt;br /&gt;anos que aquilo não acontecia, portanto não poderia ser a mesma pessoa.&lt;br /&gt;Três garotos estavam desaparecidos. Não havia pista alguma, uma&lt;br /&gt;testemunha que fosse.&lt;br /&gt;Cristina envolveu-se com as investigações. Sentia que, se desvenda-se&lt;br /&gt;aquele crime, poderia explicar a estranha influência que aquela lenda&lt;br /&gt;exercia sobre a população daquele lugar.&lt;br /&gt;Passado algumas semanas nada de novo havia sido descoberto. Das outras&lt;br /&gt;crianças não mais foram vistas. O delegado local pensava até em pedir&lt;br /&gt;ajuda federal. Cristina não dormia direito, procurando, pela lógica,&lt;br /&gt;encontrar uma solução.&lt;br /&gt;Um dia a socióloga aparece na delegacia. Não havia dormido a noite&lt;br /&gt;anterior. Apesar de cientista tinha uma intuição. Visivelmente&lt;br /&gt;alterada, pediu ao delegado que a acompanhasse com alguns policiais.&lt;br /&gt;Foram ao local onde, pelos relatos que descobrira, Catarina havia&lt;br /&gt;cumprido pena. Era um pequeno vale. Movida por uma força estranha,&lt;br /&gt;Cristina, com as mãos escava o sopé de um morro próximo. A terra estava&lt;br /&gt;fofa. Os pequenos ossos não demoraram a aparecer.&lt;br /&gt;Ao ver tudo aquilo, o rosto de Cristina se transformou. À vista&lt;br /&gt;incrédula dos policiais, ela começava a gritar palavras&lt;br /&gt;incompreensíveis. Era como se duas almas lutassem por um só corpo. Suas&lt;br /&gt;feições iam, aos poucos, se transformando. Ela despiu-se até que,&lt;br /&gt;completamente nua começou a dançar freneticamente, num ritmo cada vez&lt;br /&gt;mais rápido, começou a levitar. De seus olhos, emanava o próprio mal.&lt;br /&gt;Cristina havia sacrificado aquelas crianças. Sem saber, seu corpo fora&lt;br /&gt;apossado por Catarina, que assim executava a sua vingança.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;</description>
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